Dispositivo Audiovisual
terça-feira, 16 de junho de 2015
COMUNICAÇÃO: PARA QUÊ E PARA QUEM?
O documentário “Comunicação: Para quê e para quem?” retrata o cotidiano dos profissionais de comunicação, apresentando a importância do ato de comunicar e a ideia posta em pratica através de suas visões e experiências como comunicadores de mercado.
A HISTÓRIA DO CHROMA KEY
Com o desenvolvimento do cinema
mundial, várias técnicas de produção surgiram com o passar do tempo, uma delas
foi o "Chroma key" uma técnica usada no cinema para a realização de
efeitos especiais, que revolucionou a indústria cinematográfica. Em produções
de vídeos e filmes, o Chroma key sobre uma tela verde ou azul, permite aos
cineastas combinar cenas, mudar localizações, consertar erros, maximizar
orçamentos e criar efeitos impossíveis. Todos os dias, grandes plateias veem o
resultado da inovação na História causada pelo Chroma key nas bilheterias de
Hollywood.
A técnica de Chroma key é o
processo de filmar um objeto com a câmera e substituí-lo por um fundo
inteiramente diferente de forma indiscernível. O efeito especial consiste em
fazer um recorte na imagem gravada em um ambiente pré-defino com os padrões de
cores que compõem o Chroma Key, cores essas que são ausentes na pele humana, às
cores primárias verde e azul. O efeito torna possível um recorte na imagem,
permitindo que se faça um recorde na imagem tornando-o a imagem com o fundo em
alfa, podendo ser substituir por um cenário ou
ambiente desejável, tornando assim a imagem um objeto em camadas.
O idealizado da técnica de
efeitos especiais foi Linwood Dunn, que desenvolveu as primeiras experiências
com Chroma key. Dunn desenvolveu uma impressora ótica que consistia numa câmera
cinematográfica montada numa base sólida com um projeto de precisão especial,
as cenas eram gravadas durante a projeção da imagem, ambos sincronizados
tornando ilusão de ótica na imagem final. Seu primeiro trabalho desenvolvido
usando a técnica foi o filme, "Voando para o Rio" de 1933.
Larry
Butler sete anos depois desenvolveu a tecnologia da tela azul em Chroma Key,
ele usou o efeito para criar um espírito massivo nas cenas do filme “O Ladrão
de Bagdá” de 1940. Arthur Widmer em 1958 desenvolveu o processo de montagem por
composição ultravioleta. A mudança mais significativa no Chroma key resultou do
desenvolvimento de imagens geradas por computador, essa técnica usa conceitos
de Chroma key, ao mesmo tempo em que cria seus próprios cenários virtuais no
computador.
A técnica que abrilhanta as
produções cinematográficas, ganhou uma maior aceitação nos últimos anos com os
cortes de orçamentos, permitindo que os atores fossem filmados em ambientes
usando as técnicas de efeitos especiais, tendo como resultados os cenários de
ambientes reais trabalhados em uma pós produção, assim os orçamentos torna-se
mais acessíveis durante as produções fílmicas.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
ROTEIRO DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL
Um roteiro ou script é um trabalho escrito por
roteiristas para produções filmícas tais como: vídeos promocionais,
institucionais, comerciais de diversas naturezas, vinculadas ou não a programas tele-visíveis . Estes roteiros podem ser obras ou adaptações de peças existentes
de escrita originais. Neles, o movimento, ações, expressão, e os diálogos dos
personagens narrados.
Diante de um processo de gravação, torna-se indispensável
a roteirização do projeto no qual será trabalhado, tendo em vista que a ideia
será posta em prática através de um pensamento estabelecido anteriormente. Em
grandes produções, os projetos são trabalhados em Storyboard, técnica que
apresenta as cenas através de quadros desenhados, tornando possível um melhor
esclarecimento da ideia a ser trabalhada. Nesse processo é apresentados os
planos que serão trabalhados os personagens e cenários que farão parte das gravações.
Um exemplo de transcrição de um argumento para um
roteiro:
Alan
vive triste e agora quer sua mulher novamente.
“Alan
entra na sala, com uma expressão triste. Dirige-se até o sofá. Conseguimos ver
uma fotografia sobre o sofá. Alan agacha-se e pega a fotografia, trazendo sobre
seu tórax. Depois olha a fotografia, enquanto chora. Vemos que a foto é de sua
mulher”.
O argumento é muitas vezes visto como a sinopse, mas não
é. A sinopse de um espetáculo possui pouquíssimas linhas (15 ou menos),
enquanto alguns autores afirmam que cada página de argumento corresponde a dez
de um roteiro.
Nas ausências de roteiros, o projeto tem dificuldades
no processo de execução, devido à inexistência do planejamento roteirizado,
tornando desconhecido o resultado de final de produção.
Hoje
em dia é possível encontrar esses editores gratuitamente pela Internet para
diferentes sistemas operacionais. O software mais conhecido entre brasileiros e
portugueses é o Celtx, que possui inúmeras funções para roteiristas e pode ser
encontrado em versões gratuitas. Existem também disponibilizados gratuitamente
templates para editores de texto conhecidos (como o Microsoft Word), que ajudam
na formatação de arquivos para atender aos padrões técnicos de um roteiro
profissional.
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